hoje eu resolvi sentar aqui e contar tudo do jeito que aconteceu de verdade. sem frescura. a gente mora num sítio cercado de cana bem afastado de barretos interior de sp. depois que mãe foi embora com o antigo caseiro a coisa complicou feio. problemas de grana bateram forte a gente mandou embora os 2 funcionários. agora é só nosso pai roberto camila e eu pra dar conta de tudo. vacas porcos galinhas horta cerca roçado a gente faz do início ao fim. o dia começa cedo pai vai pro curral ordenha as vacas eu e camila preparam café e depois a gente vai capinar horta alimentar animais limpar galinheiro. o sol aqui queima mesmo a gente sua até a roupa grudar no corpo. muitas vezes a gente trabalha de short e regata sem sutiã nem cueca porque não tem ninguém pra ver e o calor é insuportável. pai fica sem camisa o peito peludo suado os braços grossos brilhando. eu e camila de shortinho blusinha fina os peitos balançando quando a gente anda carregando balde ou capinando. no começo foi foda sem mãe. a casa parecia grande vazia demais. pai ficou quieto bebendo cerveja toda noite na varanda olhando pro mato. a gente sentava com ele conversava sobre o dia sobre como ia ser difícil pagar conta manter o sítio de pé. ele dizia que a gente ia dar um jeito que família era forte. camila e eu sempre fomos unidas a gente conversava de tudo. depois que mãe sumiu a gente começou a dormir no quarto do pai às vezes pra fazer companhia. a gente deitava do lado dele abraçava. o corpo dele quente cheiro de homem de trabalho suor e terra. uma noite eu não conseguia dormir o calor tava demais. levantei fui até o quarto dele. a porta tava entreaberta ele tava acordado vendo tv. eu entrei sentei na beira da cama. a gente ficou quieto um tempo. depois eu falei pro pai que tava com saudade da mãe que a casa tava estranha sem ela. ele disse que também sentia mas que a gente tinha que seguir. eu me aproximei dei um abraço nele. a camisola fina que eu tava encostou no peito peludo dele. senti o volume do pau mole na minha coxa. a mão dele passou nas minhas costas devagar subiu pro cabelo depois desceu pro ombro. eu não afastei. na verdade gostei do toque. o dedo dele desceu pro meu peito por cima da camisola tocou o mamilo que tava duro. eu respirei fundo mas não parei. ele apertou devagar o mamilo entre os dedos. eu gemi baixo. a mão desceu mais entre minhas pernas por baixo da camisola. os dedos grossos passaram na fenda da boceta que já tava molhada. um dedo entrou devagar depois outro. ele mexeu devagar em círculos sentindo o interior quente molhado. eu abri as pernas rebolei contra a mão. o pau dele ficou duro rápido empurrando a cueca. eu botei a mão por cima senti o tamanho a grossura a cabeça latejando. a gente ficou assim ele dedando eu devagar eu apertando o pau dele. depois ele tirou a cueca o pau pulou pra fora grosso comprido veias saltadas cabeça rosada brilhando. eu segurei com as duas mãos subi e desci a pele devagar. ele tirou minha camisola me deixou pelada. olhou meu corpo inteiro peitos bunda boceta. depois deitou eu na cama abriu minhas pernas. a boca dele desceu lambeu os lábios da boceta devagar chupou o clitóris com calma. a língua entrou dentro mexeu em círculos. eu gemia alto segurava a cabeça dele apertava as coxas contra o rosto. ele lambeu bastante até eu ficar tremendo. depois subiu o corpo posicionou o pau na entrada da boceta. empurrou devagar a cabeça grossa abriu caminho. eu sentia esticando queimando um pouco mas era gostoso pra caralho. ele foi entrando centímetro por centímetro parando pra eu acostumar. quando tava todo dentro parou beijou meu pescoço. depois começou as metidas lentas tirando quase todo o pau e voltando até o fundo. cada metida lenta profunda. eu sentia as bolas batendo na bunda o pau pulsando dentro. a gente transou assim bem devagar sentindo cada centímetro. eu gozei apertando o pau dele com a boceta. ele continuou metendo devagar até gozar também jorrando porra quente lá dentro. a gente ficou abraçado suado respirando forte. depois eu levantei voltei pro meu quarto mas não conseguia dormir pensando no que rolou. no dia seguinte a gente acordou normal mas os olhares eram diferentes. camila percebeu que tinha algo estranho mas não falou nada ainda. a gente continuou o dia a dia capinando alimentando animais mas eu sentia o pau do pai dentro de mim toda hora que olhava pra ele. uns dias depois rolou de novo. a gente tava na cozinha depois do almoço camila tinha ido pro roçado. pai tava lavando a louça eu cheguei por trás abracei ele. ele virou me beijou na boca a língua quente. a mão dele subiu pro meu peito apertou o mamilo. eu botei a mão no pau dele que já tava duro por baixo do short. ele me virou de frente pra pia baixou meu shortinho. eu me apoiei na pia ele posicionou o pau na boceta de trás e empurrou devagar. a gente fodeu assim devagar ele metendo fundo eu rebolando contra ele. a porra escorrendo pela coxa quando ele gozou. depois a gente limpou tudo e fingiu normal quando camila voltou. mas os dias seguintes a coisa foi ficando mais frequente. a gente transava quando camila saía pro roçado ou quando ela dormia mais cedo. pai gostava de lamber minha boceta devagar chupar o clitóris até eu gozar na boca dele. eu gostava de segurar o pau dele com as duas mãos subir e descer a pele ver a cabeça desaparecer na minha boca. a gente fazia devagar sem pressa sentindo tudo. uma vez a gente tava no quarto dele de tarde camila tinha ido na cidade resolver uma conta. pai tava deitado eu sentei em cima dele devagar o pau entrando na boceta. eu rebolava devagar sentindo ele todo dentro. as mãos dele apertavam minha bunda. a gente ficou assim um bom tempo eu rebolando ele subindo devagar. eu gozei primeiro apertando ele. depois ele gozou jorrando quente lá dentro. a gente ficou abraçado suado. depois eu levantei fui tomar banho. a água caindo no corpo eu pensava no que a gente tava fazendo. não tinha culpa não. era só a gente ali no sítio isolado mãe tinha ido embora a vida tava difícil. o corpo pedia aquilo. no dia seguinte quando camila saiu cedo pro curral eu fui pro quarto do pai de novo. ele tava acordado. eu tirei a roupa devagar sentei na cama. a gente se beijou devagar as línguas se encontrando. ele deitou eu abriu minhas pernas lambeu a boceta devagar chupou o clitóris com calma. depois subiu meteu devagar as metidas lentas profundas. eu gemia segurava as costas dele. a gente transou assim um tempo longo. depois ele gozou dentro de mim. a porra escorrendo quando ele tirou o pau. a gente ficou olhando um pro outro sem falar muito. só o barulho da respiração. eu levantei vesti a roupa voltei pro meu quarto. mas agora eu sabia que ia rolar mais vezes. a camila começou a olhar diferente também. uma noite a gente tava na varanda os três tomando cerveja. o papo foi ficando mais solto. pai comentou que a vida tava pesada mas que a gente tava se virando bem. camila riu disse que a gente tava mais unido agora. eu olhei pro pai ele olhou de volta. a gente sabia o que tinha rolado. camila não sabia ainda mas eu sentia que logo ia descobrir. o sítio continuava o mesmo o sol batia forte a gente trabalhava suava. mas agora tinha isso entre eu e pai. a coisa ia esquentar mais. eu sentia.
hoje eu tava pensando bastante no que rolou depois e resolvi continuar contando. depois daquela vez na cozinha com pai as coisas foram ficando mais frequentes mas sempre escondido da camila. a gente acordava cedo ia pro trabalho como sempre capinar horta alimentar animais mas agora tinha isso no meio. pai olhava pra mim de um jeito diferente quando camila virava as costas. eu sentia o olhar dele na bunda quando eu me abaixava pra catar ovo no galinheiro. uma manhã a gente tava sozinhos pai tinha mandado camila levar uns legumes pra cidade trocar por coisa que faltava. eu tava na cozinha lavando louça ele chegou por trás abraçou apertou meu peito por cima da blusinha. eu virei a gente se beijou devagar a língua dele quente na minha. ele baixou meu short eu me apoiei na pia ele tirou o short dele o pau já tava duro. posicionou atrás meteu devagar a cabeça grossa abriu minha boceta molhada. as metidas foram lentas ele segurando minha cintura puxando pra trás eu rebolando devagar sentindo ele todo dentro. a porra dele jorrou quente lá dentro depois de um tempo longo. a gente limpou tudo rapidinho antes da camila voltar. mas o cheiro de sexo ficou no ar um pouco. eu tava molhada o dia inteiro pensando nisso.
os dias foram passando a gente transava quando dava. às vezes de manhã cedo antes de camila acordar eu ia pro quarto dele tirava a roupa devagar sentava em cima. o pau dele entrava na boceta eu rebolava devagar sentindo a grossura. as mãos dele apertavam meus peitos os mamilos duros. ele lambia meu pescoço chupava devagar. eu gozava apertando ele depois ele gozava jorrando porra quente. a gente ficava abraçado suado um tempinho antes de levantar pra trabalhar. outras vezes era de tarde quando camila ia pro roçado mais longe. pai me chamava pro quarto ou a gente fazia no sofá da sala. ele gostava de me deitar de costas abrir minhas pernas lamber a boceta devagar a língua entrando e saindo chupando o clitóris até eu tremer e gozar na boca dele. depois ele subia metia devagar as metidas bem lentas profundas eu sentia as bolas batendo na bunda. a gente demorava bastante pra gozar sentindo tudo. eu gostava de segurar o pau dele com as duas mãos subir e descer a pele ver a cabeça sumir e aparecer molhada da minha boceta. ele gemia baixo chamava meu nome eu respondia que tava gostoso pra caralho.
mas camila começou a perceber as coisas. uma tarde ela chegou mais cedo do roçado e viu a gente na varanda. eu tava sentada no colo do pai a gente se beijando ele com a mão dentro da minha blusinha apertando meu peito. a gente se afastou rápido mas ela viu. ficou quieta o resto do dia não falou nada. eu tava nervosa pensando se ela ia brigar ou contar pra alguém mas não tinha pra quem contar a gente tava isolado ali no sítio. à noite depois do jantar a gente tava na varanda tomando cerveja os três. o papo foi normal no começo sobre o trabalho sobre a conta que tava pra vencer. depois camila olhou pra mim e pro pai e falou que tinha visto a gente mais cedo. que não era boba que percebeu que a gente tava transando escondido. eu fiquei vermelha pai ficou sério. ele disse que a vida tava difícil que mãe tinha ido embora que a gente tava só os três ali e que precisava de carinho de prazer. camila ficou quieta um tempo depois disse que também tava sentindo falta de alguém que o sítio tava solitário pra caralho. que ela tinha visto a gente e na verdade tinha ficado excitada olhando. eu olhei pra ela surpresa. ela riu baixo disse que sempre foi curiosa que a gente era irmã que podia compartilhar. pai olhou pra mim depois pra ela. a gente ficou em silêncio um tempo só o barulho dos grilos e da cerveja sendo aberta.
naquela noite a gente não fez nada ainda. camila foi pro quarto dela eu fui pro meu. mas no dia seguinte depois do almoço camila falou que tava com calor que ia tomar banho no tanque grande pra refrescar. o tanque era fundo a gente usava pra banho quando não queria gastar água da caixa. pai olhou pra mim eu olhei pra camila. a gente foi junto os três. o sol tava forte a gente suava pra caralho do trabalho da manhã. a gente tirou a roupa devagar ficou pelado na beira do tanque. o corpo do pai forte peludo o pau mole mas já começando a crescer olhando pra gente. eu e camila peladas peitos bunda boceta peluda. a água tava fresca a gente entrou. primeiro a gente ficou conversando rindo jogando água um no outro. depois camila se aproximou de pai tocou o peito dele desceu a mão pro pau. ele ficou duro rápido. eu cheguei também segurei o pau com ela as duas mãos subindo e descendo devagar. pai gemia baixo. camila se aproximou mais beijou ele na boca a língua entrando. eu desci a cabeça lambei a cabeça do pau devagar chupando só a ponta primeiro depois engolindo mais um pouco. o gosto salgado da porra misturado com suor. camila desceu também a gente revezou lambendo o pau chupando as bolas uma de cada lado. pai segurava nossas cabeças devagar.
depois ele sentou na beira do tanque as pernas abertas. a gente continuou chupando ele devagar. eu chupava o pau camila lambia as bolas depois a gente trocava. pai gemia chamava a gente de safada de boa filha. a gente ria mas continuava. depois ele levantou a gente saiu do tanque molhado. pai deitou eu na grama macia abriu minhas pernas lambeu minha boceta devagar a língua quente entrando. camila sentou do lado assistindo tocando o próprio peito apertando o mamilo. depois ela se aproximou lambeu meu peito chupou meu mamilo. eu gemia alto. pai subiu meteu na minha boceta devagar as metidas lentas. eu sentia ele todo dentro. camila beijou minha boca a língua dela quente. depois ela se sentou no rosto do pai ele lambeu a boceta dela enquanto metia em mim devagar. a gente ficou assim um tempo trocando. eu gozei primeiro apertando o pau dele. depois camila gozou na boca dele tremendo. pai continuou metendo em mim devagar até gozar jorrando porra quente lá dentro. a gente ficou deitado na grama suado ofegante. o sol batia mas a brisa refrescava. a gente conversou depois. camila disse que gostou pra caralho que queria repetir. que a gente podia fazer quando quisesse que ninguém ia saber ali no sítio isolado. pai disse que a gente era família que podia cuidar um do outro assim. eu concordei. a porra escorrendo da minha boceta eu passava o dedo recolhia e chupava devagar. camila olhou e fez o mesmo com a boca do pai lambendo o resto de porra.
a gente levantou vestiu a roupa molhada voltou pra casa. o resto do dia foi normal trabalho mas agora tinha isso entre os três. à noite camila veio pro quarto do pai comigo. a gente deitou do lado dele pelado. pai no meio a gente de cada lado. as mãos dele tocando a gente devagar. a gente tocou ele também. rolou mais uma vez devagar. camila sentou em cima do pai o pau entrando na boceta dela eu sentei no rosto dele ele lambeu minha boceta. a gente rebolava devagar sentindo tudo. depois a gente trocou eu sentei no pau dele camila sentou no meu rosto. a gente gozou várias vezes. pai gozou dentro de mim depois dentro dela. a porra escorrendo a gente lambeu uma da outra devagar. foi gostoso pra caralho. a gente dormiu junto abraçado suado. no dia seguinte acordamos juntos fizemos café pelado na cozinha tocando um no outro. camila chupou o pau do pai devagar enquanto eu preparava o pão. depois pai meteu em mim devagar na mesa da cozinha enquanto camila assistia tocando a própria boceta. a gente gozou de novo. agora era os três. o sítio continuou o mesmo o trabalho duro o sol forte mas agora tinha prazer no meio. a coisa ia avançar mais. eu sentia que a gente ia explorar tudo devagar sem pressa.
depois daquela noite no tanque e no quarto as coisas mudaram de vez no sítio. a gente não fingia mais nada. acordava junto fazia café pelado na cozinha tocando um no outro. pai metia em mim devagar enquanto camila chupava meu peito ou sentava no meu rosto pra eu lamber a boceta dela. depois trocava a gente revezava. o dia de trabalho continuava capinar horta alimentar animais mas agora com pausas. a gente parava no meio do roçado pai tirava o short metia em uma de nós devagar na grama quente. a outra assistia ou ajudava lambendo as bolas ou chupando o pau quando ele tirava. a porra escorria pela coxa a gente recolhia com o dedo e chupava devagar. o cheiro de suor terra e sexo misturava tudo. à tarde a gente tomava banho no tanque juntos pelado. a água fresca caía no corpo suado. a gente se tocava lá dentro pai dedava a gente devagar camila e eu nos beijávamos as línguas se enroscando enquanto ele metia os dedos grossos na boceta de cada uma. a gente gozava na água depois voltava pro trabalho com o corpo leve.
umas noites depois a coisa foi avançando mais. a gente tava no quarto do pai depois do jantar. o dia tinha sido pesado tinha chovido forte o telhado pingava um pouco. a gente pelado na cama grande. pai no meio eu de um lado camila do outro. as mãos dele tocavam a gente devagar apertavam os peitos desciam pra boceta. eu tava molhada pra caralho. camila também. a gente começou a conversar sobre o que tava rolando. eu falei pro pai que queria sentir ele em outro lugar que tava curiosa pra tentar na bunda. camila olhou e disse que também queria ver aquilo que tinha visto em uns vídeos antes e ficado excitada. pai ficou quieto um tempo depois disse que ia devagar que não queria machucar. a gente concordou. camila se levantou foi na cozinha trouxe um pouco de azeite que a gente usava na salada. voltou deitou do meu lado. pai me colocou de quatro na cama. camila passou o azeite no dedo dele e no meu cu. ela abriu minha bunda devagar. o dedo do pai tocou o buraco primeiro devagar em círculos. eu relaxei. o dedo entrou devagar primeiro a ponta, a dor latejando, depois mais. eu gemia baixo pra n assustar a camila, mais queria gritar de dor. camila lambeu minha bunda ao lado do dedo do pai. a língua quente molhada ajudando. depois mais um dedo. a gente demorou bastante abrindo devagar sentindo. eu tava rebolando contra os dedos. o pau do pai tava duro latejando. camila segurou ele passou mais azeite na cabeça grossa. pai posicionou atrás de mim. a cabeça encostou no cu. ele empurrou devagar bem devagar. a cabeça abriu caminho, senti como pontos se abrindo devagar. eu sentia queimando rasgando mas era gostoso pra caralho. ele parou toda hora deixando eu acostumar. camila beijou minhas costas lambeu meu pescoço segurou minha mão. quando a cabeça passou ele foi entrando centímetro por centímetro devagar. o pau grosso esticando meu cu. eu gemia alto mas não era dor era prazer misturado. quando tava todo dentro ele parou. a gente ficou assim um tempo ele dentro de mim sem mexer. camila debaixo lambendo minha boceta chupando o clitóris. depois pai começou as metidas devagar. tirava quase tudo voltava até o fundo. cada metida lenta profunda. eu sentia o pau pulsando no cu. camila lambia as bolas dele e minha boceta ao mesmo tempo. a gente demorou bastante. eu gozei primeiro apertando o cu no pau dele. depois ele gozou jorrando porra quente lá dentro. a porra quente escorrendo quando ele tirou devagar. camila lambeu meu cu aberto devagar recolheu a porra com a língua chupou tudo. depois virou e beijou a boca do pai dividindo a porra. eu assisti excitada pra caralho.
a gente ficou deitado suado respirando forte. depois camila quis tentar também. a gente trocou de lugar. ela de quatro eu abri a bunda dela passei azeite. pai dedou devagar primeiro um dedo depois dois. camila chorava de dor gemia rebolava. eu lambei o cu dela ao lado dos dedos. depois pai meteu devagar na bunda dela do mesmo jeito lento parando toda hora. eu sentei na frente dela beijei a boca dela enquanto ele metia. camila gozou tremendo forte. pai gozou dentro dela também. a porra escorreu eu lambi devagar chupando tudo. a gente dividiu beijando um no outro. foi intenso pra caralho. a gente dormiu abraçado os três suados. no dia seguinte a gente acordou e fez de novo devagar. pai meteu na minha boceta primeiro depois na bunda de camila. a gente revezava. depois do almoço a gente foi pro tanque de novo. o sol tava forte a gente suava. no tanque pelado a coisa foi mais longe. camila sentou no colo do pai o pau entrando na boceta dela eu sentei no rosto dele ele lambeu meu cu devagar a língua entrando. depois a gente trocou. eu sentei no pau dele na bunda devagar rebolando. camila lambeu meu cu ao redor do pau do pai. a gente demorou bastante gozando várias vezes na água.
umas noites depois rolou algo que eu nunca tinha pensado. a gente tava no tanque de novo depois de um dia quente. a água fresca caía no corpo. a gente se tocava devagar. pai meteu em mim na água devagar eu segurando na beira. camila assistia tocando a própria boceta. depois de gozar a gente ficou abraçado na água. eu tava com vontade de fazer xixi mas não queria sair. pai tava dentro de mim ainda mole. eu falei pra ele que tava com vontade de mijar que não queria sair da água. ele ficou quieto um tempo depois disse que podia fazer ali mesmo. camila ouviu e disse que queria ver que achava quente. eu relaxei devagar. o mijo saiu quente misturando com a água ao redor do pau dele. ele ficou duro de novo sentindo. camila se aproximou passou a mão no jato sentindo quente. depois ela se aproximou mais abriu a boca e tomou um pouco. eu continuei mijando devagar. depois pai saiu de mim e mijou na minha bunda e na boceta de camila. a gente riu mas tava excitado pra caralho. a gente se beijou dividindo o gosto salgado. depois pai meteu de novo na minha boceta agora com o mijo misturado. a gente fodeu devagar na água gozando de novo. a porra e o mijo escorrendo. a gente lambeu um do outro devagar. foi estranho no começo mas gostoso pra caralho. a gente ficou no tanque mais um tempo conversando. pai disse que a gente podia fazer o que quisesse ali isolado. camila disse que queria experimentar mais coisas. eu concordei. a gente saiu do tanque foi pro quarto pelado. rolou mais uma vez devagar pai metendo na bunda de uma enquanto lambia a outra. a porra jorrando a gente lambendo tudo.
agora era assim todo dia. o trabalho o sol o sítio mas com isso no meio. a gente experimentava devagar sem pressa. uma vez pai meteu na minha boceta enquanto camila sentava na minha cara eu lambia ela. depois ele tirou o pau e meteu na bunda dela devagar. a gente trocava de posição o tempo todo. outra vez a gente usou um pepino liso da horta. camila lavou bem passou azeite. pai meteu na minha boceta devagar enquanto camila metia o pepino devagar na minha bunda ja arreganhada. a sensação dupla era louca. eu gozei forte tremendo. depois a gente lambeu o pepino junto dividindo. a coisa ia ficando mais safada mas sempre devagar sentindo tudo. o sítio continuava isolado ninguém sabia. a gente tava feliz assim. a mãe tinha ido embora mas a gente encontrou um jeito de se sentir vivo de novo. eu tava viciada nisso. camila também. pai tava sempre pronto. a gente planejava coisas novas pra noite seguinte. eu sentia que ia rolar mais pesado ainda.
depois daquilo as semanas foram passando e a gente parou de se esconder até de nós mesmos. o trabalho no sítio continuava o mesmo acordar cedo capinar ordenhar alimentar mas agora o sexo fazia parte do dia inteiro. a gente transava de manhã antes de sair pro roçado pai metia devagar em uma enquanto a outra chupava ou lambia. no meio da tarde quando o sol batia forte a gente parava no estábulo ou atrás da casa pai sentava numa caixa de madeira a gente revezava sentando nele devagar rebolando sentindo ele fundo. à noite no quarto grande a gente dormia pelado os três abraçado e rolava mais uma ou duas vezes antes de apagar. não tinha pressa nunca. a gente demorava horas sentindo cada toque cada metida. camila e eu começamos a nos tocar mais também nos beijávamos enquanto pai assistia ou ajudava dedando a gente. agora a gente era só isso ali isolado.
uma tarde quente a gente tava no quarto depois de um dia longo no roçado. o corpo suado cheiro de terra e suor misturado. pai tava deitado na cama grande eu sentei em cima dele o pau entrando devagar na boceta. camila de lado lambendo meu peito chupando o mamilo. eu rebolava devagar sentindo ele todo dentro. depois de um tempo eu levantei e falei pro pai que queria tentar de novo na bunda mas dessa vez com ele mijando dentro. eu tinha pensado nisso desde a última vez que rolou no tanque e queria sentir quente lá dentro enquanto ele tava ainda duro. camila olhou pra mim sorriu disse que queria ver de perto que ia ajudar. pai ficou quieto um tempo depois concordou disse que ia devagar como sempre. a gente se preparou. camila passou azeite no cu dele primeiro depois no meu. eu de quatro na cama. camila abriu minha bunda lambeu o buraco devagar a língua quente molhada. pai dedou primeiro devagar um dedo depois dois abrindo com calma. eu relaxava rebolava contra a mão dele. camila chupava as bolas dele ao mesmo tempo. quando eu tava bem aberta pai posicionou o pau. a cabeça grossa encostou. ele empurrou devagar centímetro por centímetro parando toda hora pra eu sentir e acostumar. o cu esticava queimava um pouco mas era gostoso pra caralho. camila lambeu ao redor do pau enquanto ele entrava. quando tava todo dentro ele parou abraçou minha cintura beijou minhas costas. a gente ficou assim um tempo longo ele dentro do cu sem mexer. eu sentia o pau pulsando quente.
depois ele começou as metidas bem devagar. tirava quase tudo voltava fundo. cada vez sentindo o cu apertando ele. camila debaixo lambendo minha boceta chupando o clitóris e as bolas dele ao mesmo tempo. eu gemia alto rebolava devagar. a gente demorou bastante. eu gozei primeiro apertando o cu forte no pau dele. depois de um tempo o pau dele começou a amolecer um pouco mas ainda dentro. eu relaxei mais. falei que ia mijar agora. ele disse pra ir devagar. o mijo saiu quente primeiro devagar depois mais forte. eu sentia o jato quente enchendo o cu enquanto ele tava ainda dentro. o pau dele ficou duro de novo sentindo o calor. camila assistia de perto passando a mão na minha barriga sentindo o volume. o mijo escorria um pouco pela coxa mas a maior parte ficou lá dentro. eu gemia tremia de prazer. pai começou a mexer devagar de novo metendo o mijo e a porra que já tava lá. a sensação era louca quente molhada. camila lambeu tudo que escorria da minha boceta e do cu. depois de um tempo pai gozou de novo misturando com o mijo. a porra jorrou quente. ele tirou devagar. o mijo e a porra escorreram juntos. camila lambeu meu cu devagar recolheu tudo com a língua engoliu depois beijou a boca do pai dividindo. eu virei beijei os dois também sentindo o gosto salgado quente. a gente ficou deitado suado ofegante um tempo longo.
depois foi a vez da camila. ela quis o mesmo. a gente trocou de posição. eu abri a bunda dela passei azeite lambei devagar. pai dedou ela com calma abrindo bem. camila gemia rebolava. quando tava pronta ele meteu devagar no cu dela do mesmo jeito lento parando toda hora pra ver nós sofrendo kkk. eu sentei na frente dela beijei a boca dela enquanto ele metia. depois de um tempo ela relaxou e mijou devagar com ele dentro. o jato quente encheu ela. pai ficou duro de novo e meteu devagar misturando. camila gozou forte tremendo. ele gozou dentro também. eu lambi tudo depois. a porra o mijo tudo. a gente dividiu beijando um no outro lambendo os dedos. foi intenso pra caralho. a gente ficou abraçado na cama suado o cheiro de sexo e mijo no ar. conversamos depois. pai disse que nunca tinha feito nada assim mas que gostava pra caralho com a gente. camila disse que queria repetir sempre que desse. eu concordei. a gente riu baixo disse que o sítio tinha virado isso agora. trabalho duro de dia sexo sem limite de noite. sem ninguém pra julgar.
os dias seguintes a gente foi fazendo mais. às vezes no estábulo depois de alimentar os animais pai metia na bunda de uma enquanto a outra chupava o pau dele ou lambia o cu. a gente mijava um no outro devagar no chuveiro improvisado ou no tanque quando chovia. pai mijava dentro da gente enquanto metia devagar a gente sentia o jato quente enchendo. depois a gente lambia tudo limpo dividia a porra e o mijo beijando. camila e eu começamos a mijar na boca do pai também ele engolia ou dividia com a gente. era tudo devagar sem pressa. o sítio continuava o mesmo o sol forte o trabalho pesado mas agora a gente tinha isso pra equilibrar. a solidão tinha ido embora. a gente se sentia vivo de novo. mãe tinha ido embora mas a gente encontrou um jeito de ficar junto que funcionava pra caralho. não tinha culpa não era só prazer e carinho entre os três. a gente acordava junto transava devagar trabalhava junto transava de novo. à noite dormia abraçado pelado. as vezes rolava coisa mais leve como pai só lambendo a gente as duas gozando na boca dele. outras vezes era mais pesado como ele metendo na bunda de uma mijando dentro enquanto a outra sentava no rosto dele. a gente experimentava tudo que queria sem limite.
hoje eu tava aqui sozinha pensando e resolvi contar tudo isso. não é história pra todo mundo mas rolou de verdade. a gente continua assim. o trabalho o sexo tudo misturado devagar sem pressa. a camila e eu a gente se ama mais agora. pai também. a gente cuida um do outro de todos os jeitos. o sítio não vai ser vendido não. a gente vai ficar aqui pra sempre assim. foi isso que aconteceu. sem mais nada pra contar. a vida seguiu desse jeito e a gente gostou pra caralho.
