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Contos Eróticos — Castiguei minha filha fodendo o cú dela depois da surra de palmadas. (Parte 2 de 4)

Quando a gente chegou na chácara a Bianca foi direto pro quarto dela. Não falou quase nada, só olhou pra trás uma vez com aquele rosto ainda vermelho e os olhos brilhando. Eu fiquei na sala um tempo, o pau ainda meio duro dentro do short molhado, pensando no que tinha rolado na prainhaa. Porra, eu tinha fodido minha própria filha. Tinha gozado dentro dela. E ela tinha gozado junto, tremendo todinha e pedindo mais castigo.

Fui tomar banho. A água quente caiu em cima de mim e eu fiquei ali de pau latejando de novo só de lembrar. A boca dela engolindo, a buceta apertada, a porra escorrendo dela na areia enquanto o casal e aqueles jovens olhavam. Meu pauzão pulsava. Eu sabia que isso não ia parar por ali. Ela era minha putinha agora. Tinha que continuar o castigo.

Sai do banho, pus uma bermuda folgada sem cueca. O pau marcava um pouco mas eu não liguei. Desci pra cozinha pegar uma cerveja. A casa tava quieta. O quarto da Bianca fechado. Eu sentei na varanda dos fundos olhando pro mato, tomando a cerveja devagar. O sol já tava baixando.

Por volta das seis a mãe dela chegou. Carro cheio de sacola de compra. Ela tava cansada, falou que o trânsito tinha sido ruim e que tinha almoçado tarde com as amigas. Perguntou da Bianca. Eu disse que ela tava no quarto, que tinha ficado quieta o dia todo. A mãe nem desconfiou de nada. Foi tomar banho e depois começou a arrumar as coisas na cozinha.

A gente jantou mais ou menos às oito. A Bianca desceu com short curtinho de novo e uma blusinha fina sem sutiã. Os mamilos marcavam. Eu vi ela olhar rápido pro meu colo quando eu tava sentado. A mãe não percebeu. Falou do dia dela na cidade, das compras, de uma amiga que encontrou. A Bianca respondeu pouco, tipo “ah é” “que legal”. Olhava mais pra mim do que pra mãe. Eu respondia normal, mas por dentro meu pau tava acordando de novo toda vez que ela cruzava as pernas e o short subia um pouco.

Depois do jantar a mãe disse que tava morta e ia dormir cedo. Tomou um remédio pra dor de cabeça e foi pro quarto. A porta fechou. A casa ficou só eu e a Bianca.

Eu tava na varanda de novo com outra cerveja. Ela apareceu uns minutos depois. Parou na porta, encostada no batente. Shortinho colado, blusa fina. Sem sutiã mesmo. Os peitos balançavam um pouco quando ela respirava.

Pai…… ela falou baixo.

Eu virei a cabeça. Olhei ela de cima a baixo.

Entra e fecha a porta.

Ela obedeceu. Veio devagar até mim. Parecia menor agora, mais quieta. Não era mais a vadia rebolando na frente dos outros. Tava diferente.

Senta aqui.

Ela sentou na cadeira do lado. Pernas juntas. Mãos no colo.

Eu fiquei olhando uns segundos. Depois falei:

Hoje de manhã você foi mal pra caralho. Veio pelada na praia, tava esperando macho, né? Deixou os caras te olhar, te tocar. Eu vi tudo. E agora você vai continuar pagando por isso.

Ela mordeu o lábio inferior. Não negou.

Eu levantei, pus a cerveja na mesa. Fui até ela. Peguei no queixo dela, levantei o rosto.

Olha pra mim.

Ela olhou. Os olhos já estavam diferentes. Mais baixos.

Tira a blusa.

Ela hesitou uns segundos, depois puxou a blusa por cima da cabeça bem devagar. Os peitos apareceram. Mamilos já durinhos. Eu passei a mão por um, apertei de leve o biquinho. Ela soltou o ar.

Agora o short.

Ela levantou um pouco o quadril, desceu o short. Tava sem calcinha. A xoxota peludinha apareceu, ainda um pouco inchada de mais cedo. Tinha uma manchinha molhada no short quando ela tirou.

Eu passei dois dedos entre as pernas dela. Tava quente e escorregadia.

Porra, já tá molhada de novo. Sua putinha safada.

Ela não respondeu. Só abriu um pouco mais as pernas.

Eu tirei a bermuda. Meu pau pulou pra fora, semi-duro mas já crescendo rápido. Ela olhou direto pra ele.

Chupa de novo. Agora mais devagar. Quero sentir mais dessa sua boca quente, direitinho tá.

Ela desceu da cadeira, ajoelhou no chão da varanda. Pegou no meu pau com as duas mãos. Começou a lamber a cabeça devagar, como tinha feito na praia. Cuspe quente escorrendo. Eu segurei o cabelo dela, não puxei forte ainda.

Isso……..… sua boca é quente pra caralho. Continua. Vai. Ahhhhh.

Ela chupou mais fundo. Engasgou um pouco, mas não parou. Eu deixei ela trabalhar uns minutos. O pau ficando todo duro e grosso na boca dela. Depois tirei.

Levanta. Vira de costas. Apoia na mesa.

Ela obedeceu. Ficou de pé, curvada sobre a mesa da varanda. Bunda empinada. Eu fiquei atrás, esfreguei o pau na xoxota molhada. Não entrei ainda.

Você é minha agora, Bianca. Não é mais vadia pros outros. É putinha do pai. Entendeu?

Entendi… pai…

Falei de novo, mais baixo.

Diz direito.

Eu sou sua putinha, pai. Só sua.

Eu sorri. Empurrei devagar. A cabeça grossa abriu ela de novo. Ela gemeu baixo, mordendo o braço pra não fazer barulho. A mãe tava dormindo no quarto do outro lado da casa, mas ainda tinha risco.

Eu meti devagar, fundo. Segurando a cintura dela. Batendo de leve. A mesa balançava um pouco.

Você gosta de ser castigada assim, né? Gosta de levar pau do pai na buceta.

Gosto… pai… fode mais…

Eu meti um pouco mais forte, mas ainda controlado. Não queria gozar rápido. Queria ela sentir cada centímetro. Tirei o pau quase todo, deixei só a cabeça dentro, depois enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido mais alto.

Calma, sua puta. Não faz barulho. A mãe tá dormindo.

Ela apertou a boca com a mão. Eu continuei metendo devagar, profundo. A buceta dela apertando meu pau toda vez que eu entrava. Depois de uns minutos eu tirei, dei uns tapas leves na bunda.

Vira. Senta na mesa.

Ela virou, sentou na beira da mesa. Pernas abertas. Eu me aproximei, enfiei de novo, agora de frente. Ela passou as pernas ao redor da minha cintura. Eu meti segurando a bunda dela, puxando pra mim.

Olha pra mim enquanto eu te fodo.

Ela olhou. Rosto vermelho, boca entreaberta. Eu chupei os peitos dela enquanto metia. Chupava forte os mamilos. Ela rebolava no meu pau.

Pai… eu vou gozar de novo…

Não goza ainda. Aguenta.

Eu tirei o pau, ajoelhei no chão. Lambi a xoxota dela. Devagar, língua na entrada, depois no clitóris. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos, rebolando na minha cara. Eu enfiei dois dedos enquanto chupava o clitóris. Ela tremeu toda.

Depois de um tempo eu levantei de novo. Coloquei o pau na entrada.

Agora você vai gozar no pau do pai.

Entrei de uma vez. Meti mais rápido agora. A mesa rangendo baixo. Ela mordeu o próprio braço de novo pra não gemer alto. O corpo dela tremendo. Eu senti a buceta apertar forte quando ela gozou. Molhou meu pau todo, escorreu um pouco pela mesa.

Eu continuei metendo por mais uns minutos, sentindo ela ainda tremendo. Depois tirei o pau.

Ajoelha de novo. Quero gozar na sua boca dessa vez.

Ela desceu da mesa, ajoelhou. Pegou no meu pau com as duas mãos e chupou forte. Eu segurei a cabeça dela, fodi a boca devagar no começo, depois um pouco mais rápido. Quando senti que tava perto eu tirei.

Abre a boca.

Ela abriu. Eu bati o pau na língua dela duas vezes e gozei. Jatos grossos na boca, no queixo, um pouco no peito. Ela engoliu o que caiu dentro, depois lambeu o resto da cabeça do pau.

Eu segurei o queixo dela de novo.

Olha pra mim.

Ela olhou. Boca molhada de porra, olhos marejados.

Você vai continuar sendo minha putinha enquanto a gente estiver aqui. Se você se comportar mal de novo, o castigo vai ser pior. Entendeu?

Entendi, pai…

Agora vai pro seu quarto. E não fala nada pra mãe, ok. Amanhã a gente conversa mais.

Ela levantou devagar, pegou a blusa e o short no chão. Vestiu. Antes de sair olhou pra trás uma vez.

Boa noite, pai.

Boa noite, putinha.

Ela sumiu pro corredor.

Eu fiquei na varanda mais uns minutos, o pau ainda pulsando. Peguei a cerveja quente que tinha deixado na mesa. Bebi o resto.

A mãe tava dormindo. A casa quieta de novo.

Eu sabia que amanhã ia ter mais. Talvez a gente voltasse pra praia. Ou talvez eu fodesse ela no quarto dela enquanto a mãe tava na cozinha. Não importava. A Bianca era minha agora. Tinha aceitado. Tinha gozado no meu pau duas vezes no mesmo dia e ainda pediu mais.

O castigo tava só começando.

Eu fui pro meu quarto. Deitei na cama. O pau mole agora, mas eu sabia que ia acordar duro de novo pensando nela.

Amanhã ia ser outro dia.

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