Porra, depois daquele sábado louco no Tietê onde um cara me viu batendo punheta e quase gozou só de olhar, eu não conseguia mais parar de pensar naquilo. Meu pau endurecia do nada só de lembrar do cheiro de mijo, suor e tesão misturado naquele banheiro imundo. Eu precisava de mais. Não era pra dar o cu pra qualquer um, meu rabo é exigente pra caralho, mas uma mão extra na minha rola, um toque bruto de um estranho… caralho, isso me deixava louco só de imaginar.
Na semana seguinte peguei e fui pra rodoviária de Jundiaí, pertinho da minha cidade. Cheguei num domingo à tarde, sol queimando o asfalto, calor fazendo a camiseta grudar nas costas suadas. O banheiro masculino era um cubículo nojento no fundo do prédio: três cabines apertadas, mictórios quebrados e uma pia pingando água marrom. O cheiro era foda: mijo seco, suor velho e aquele restinho de cloro que não limpava porra nenhuma. Meu cacete já começou a latejar na cueca só de sentir aquele clima de puteiro público.
Entrei com a mochila no ombro, fingindo naturalidade, tranquei a cabine do meio, baixei a calça e tirei o pau pra fora. Ele já tava meia bomba, quente e pulsando. Passei lubrificante, comecei a bater devagar, curtindo o som molhado enquanto olhava pro buraco mal feito na divisória. Não demorou muito e ouvi passos pesados. Um cara entrou na cabine ao lado. Meu coração disparou, mas eu não parei de me masturbar.
Pelo buraco vi a sombra dele. Ele soltou o cinto e eu bati o pé no chão, aquele sinal safado. O filho da puta respondeu na hora: enfiou dois dedos grossos pelo buraco, mexendo como se me chamasse. “Quer rola aí?”, perguntou com voz rouca e sotaque do interior. “Quero mão porra”, respondi e colei meu pau no buraco, deixando a cabeça melada encostar na madeira lascada.
A mão dele era grande, calejada, agarrou minha rola com força bruta. Puta que pariu, que pegada diferente da minha! Dedos grossos apertando forte, subindo e descendo devagar no começo, espalhando o lubrificante. Ele murmurava “que pau gostoso do caralho” enquanto batia uma pra ele também. O som molhado das duas punhetas ecoava na cabine. Eu gemia baixo, pernas moles de tesão, segurando a parede pra não cair.
Mandei ele bater mais rápido e o puto obedeceu. O lubrificante fazia um chape chape alto pra caralho. Ele apertava a base, puxava o saco, massageava o prepúcio com o polegar me fazendo tremer inteiro. Meu cu piscava sem parar, mas eu me segurei – era só a mão dele hoje. “Tá gostando seu safado?”, perguntou. Eu gemi alto, sem ligar se alguém ouvia.
“Goza pra mim, vai, enche minha mão de leite”, ele mandou com voz grossa. Foi o estopim. Meu pau inchou, o saco subiu e eu gozei pra porra, jatos grossos escorrendo pela divisória. Ele grunhiu do outro lado e gozou também, pelo som molhado. Depois limpamos tudo, ele disse “valeu mano” e saiu. Fiquei ali com o coração acelerado, cheiro de porra fresca no ar e um sorriso safado na cara.
Essa punheta de desconhecido no banheiro fedido da rodoviária foi um soco de adrenalina pura. Se você curte contos erotico bem safados e cheios de putaria real, clica agora no player do vídeo e se joga nessa delícia sem frescura. A sacanagem continua na próxima, mas por enquanto aproveita essa aqui até o final.

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