E aí, eu sou a Mari, a putinha safada do Carlos que não vive sem uma rola grossa me rasgando inteira na frente dele. Meu marido adora me ver virando uma vadia completa, gemendo como uma cachorra no cio enquanto uns machos desconhecidos me usam sem dó. Dessa vez a coisa ficou ainda mais pesada, bem do jeito que a gente curte: selvagem, brutal e cheia de porra escorrendo por todo lado.
Tava uma noite quente pra caralho, daqueles dias que a bucetinha já lateja só de imaginar ser comida por estranhos. Eu escolhi a lingerie vermelha mais puta possível, aquela que mal cobre meus peitos e minha xota molhada. Carlos fez todo o mistério, escolheu os caras e eu só ia descobrir na hora. Quando a campainha tocou, meu coração quase saiu pela boca de tanto tesão misturado com nervoso. Três machos entraram, cada um mais gostoso e com uma pica dura marcando na calça. Um moreno alto com braços fortes, um loiro de olhos azuis com sorriso safado e um moreno claro de barba por fazer que só de olhar já me deu um arrepio na espinha.
Eles não perderam tempo. Me jogaram no sofá, puxaram minha calcinha pro lado e já começaram a me devorar. Um chupando minha bucetinha encharcada com língua quente, enfiando dedos fundo enquanto eu gemia feito louca. Outro me ofereceu aquela rola grossa pra eu abocanhar até o talo, engasgando e babando tudo. Carlos sentou na poltrona, pau na mão, punhetando devagar enquanto via a esposa dele virando brinquedo sexual dos três.
Logo me colocaram de quatro e começaram o verdadeiro arrombamento. Um socando fundo na minha buceta apertada, outro invadindo meu cuzinho sem piedade, esticando tudo, enquanto o terceiro fodia minha boca sem parar. Eu tava completamente cheia, gritando abafado, sentindo cada estocada violenta, cada tapa na bunda ardendo, cada puxão de cabelo. Eles me chamavam de vadia, biscate, cachorra gulosa, e eu adorava cada palavra. Meu corpo tremia, a mistura de dor e prazer me deixando cada vez mais molhada e entregue.
A foda ficou ainda mais bruta: enforcando leve, apertando meus peitos com força, socando sem trégua nos dois buracos ao mesmo tempo. Eu era só um buraco pra eles gozarem, uma putinha submissa que implorava por mais. Carlos assistia tudo hipnotizado, punhetando frenético, incentivando os caras a me foderem mais forte, a me tratarem como a piranha que eu sou.
No final, os três me encheram de porra quente – um gozando na boca pra eu engolir tudo, outro jorrando dentro da buceta, escorrendo pelas coxas, e o último pintando meu rosto e cabelo com leitinho grosso. Caí no chão exausta, corpo tremendo de tanto gozo, coberta de suor, saliva e sêmen. Carlos me levantou, me abraçou com orgulho e me chamou de sua putinha incrível.
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