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Contos Erotico — Negão Me Arrombou o Cuzinho na Balada Enquanto Eu Usava Calcinha

Porra, meus manos, nunca pensei que uma simples ideia safada ia virar a noite mais louca da minha vida. Era sexta-feira quente pra caralho, calor subindo pelo corpo e eu com aquela vontade de quebrar todos os limites. Peguei uma calcinha preta bem apertada e sexy emprestada, vesti por baixo da bermuda e saí pra balada já sentindo o tecido roçando gostoso na minha rola. Cada passo era uma provocação, o elástico marcando a bunda e me deixando com um tesão filho da puta desde o começo.

Cheguei na pista e logo um negão gigante, tatuado, alto pra porra e com cara de quem comeu o mundo, me encarou com aquele olhar safado. Ele se aproximou, sorriu malicioso e começou a me provocar. Não demorou nada pra gente colar os corpos suados no meio da multidão. Senti o volume enorme da rola dele pressionando minha bunda enquanto a calcinha ficava cada vez mais molhada de tanto tesão. O cara sussurrava no meu ouvido putarias pesadas, chamando de putinha, cadelinha, dizendo que ia me foder a noite inteira. E eu, puto de tesão, só queria entregar tudo.

A gente dançou, bebeu uns drinks, mas as mãos dele não paravam quietas: apertando minha coxa, agarrando minha bunda por cima da bermuda, me deixando louco pra sentir aquela vara grossa de verdade. Logo ele me puxou pra um canto mais escuro, depois pro banheiro. Ali não teve frescura. Beijos famintos, mãos arrancando roupa, e eu de quatro sobre o vaso enquanto ele me abria devagar com aquela rola dura como pedra. A sensação de ser preenchido por ele foi avassaladora, cada estocada fundo, ritmada, batendo forte no meu ponto mais sensível. Eu gemia sem controle, rebolando no pau dele como uma vadia desesperada.

Ele me fodeu com vontade, me chamando de safado, putinho, dizendo que ia encher meu cuzinho de porra quente. O tesão era tanto que gozei jorrando enquanto ele ainda metia sem parar. Pouco depois ele também gozou forte dentro de mim, me deixando cheio e tremendo de prazer. Mas a noite tava só começando. Voltamos pra pista, trocamos olhares cúmplices, e em outro canto mais reservado a brincadeira continuou: boca gulosa, mais rola, mais gemidos abafados no meio da balada fervendo.

Foi uma loucura total de desejo proibido, corpos suados colados, putaria sem limite entre dois machos que se entregaram de vez pro prazer cru e pesado.

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